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domingo, 3 de fevereiro de 2008

Andropausa: é o termo criado para definir, por analogia, a diminuição da função sexual masculina, portanto seria a menopausa do homem.

A diferença fundamental entre andropausa e menopausa é o fato de que a menopausa atinge todas as mulheres após uma certa idade, enquanto a andropausa atinge apenas uma reduzida parcela dos homens.

É a ausência do hormônio sexual masculino é conhecido pelo nome de testosterona que é responsável pelos caracteres que identificam o homem: voz, barba, pelos, musculatura e pomo de Adão dentre outras.

Avaliação

Ocorre a partir da faixa etária dos 50 anos, devido à diminuição do tamanho dos testículos e conseqüente queda da produção de testosterona (hormônio sexual masculino).

Para checar o possível quadro de andropausa, devem ser feitos testes de sangue, que medem o índice de testosterona livre e total, o nível de prolactina, que, se elevado, reduz a testosterona, podendo iniciar um processo de osteoporose, fraqueza muscular, aumento da massa gorda e dificuldades de ereção. Testes de ereção devem ser feitos por um urologista e deve ser medida a densidade óssea ( densiometria óssea)

Fonte: Wikipédia


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Como encontrar o ponto G? Esta zona erógena varia de mulher para mulher, tanto na localização, no tamanho, na textura ou na espessura.

O ponto G ou ponto de Gräfenberg é uma pequena área na mulher a trás do osso púbico perto da canal da uretra e acessíveis através da parede anterior da vagina. Tendo assumido que um zona erógena que quando estimulada conduz a elevados níveis de estimulação sexuais e ao orgasmo.

A denominação ponto G foi cunhado por Addiego et al. em 1981. Em homenagem ao ginecologista alemão Ernst Gräfenberg, o primeiro médico da atualidade a criar a hipótese da existência de tal área, em 1950.

Existe uma grande discussão sobre a realidade do ponto G na comunidade científica. Os mais fortes apoios parte das afirmações que provem de livros que visam o público popular. O ponto G, somente entrou para o conhecimento do público leigo um ano mais tarde com a publicação do livro de Ladas, “The G Spot and Other Recent Discoveries About Human Sexuality.” (O Ponto G e outras recentes descobertas sobre a sexualidade humana)[1], mas pouco tempo depois da publicação de Ladas muitos profissionais ginecologia criticaram publicamente a sua exatidão e veracidade.


O ponto G (4) está trás do osso púbico (3) no interior do canal vaginal (7 e 12)

Como encontrar o ponto G

Esta zona erógena varia de mulher para mulher, tanto na localização, no tamanho, na textura ou na espessura. Invisível aos olhos e não muito fácil ao tato, situa-se logo abaixo do osso púbico, profundamente na parede anterior da vagina, entre sua abertura e o colo do útero.

Primeiramente, a mulher deve estar bem relaxada para que as paredes vaginais fiquem muito bem lubrificadas, isso fará com que o ponto G fique inchado, cheio de sangue e portanto mais sensível e proeminente. O ponto poderá então ser identificado como uma pequena saliência enrugada, uma área oval de 2 cm, localizada embaixo do osso púbico, na parede frontal interna da vagina.

Com a mulher deitada com a barriga pra cima poder-se-á penetrá-la com o dedo médio e a palma da mão virada para o clitóris: A ponta do dedo deverá então estar tocando o ponto G, onde sentirá uma área mais rugosa ou áspera que o normal, podendo vir a ser duro também devido à excitação feminina. Ao ser estimulado, inicialmente, a mulher poderá sentir vontade de urinar, mas se a estimulação é continua, pode ser sexualmente prazeroso. Como em qualquer outro estímulo humano, pode não ser igualmente prazeroso para todas.

Algumas mulheres não tem consciência da existência do ponto G e da ejaculação feminina - ou se embaraçam com a sua ejaculação. Elas assim aprenderem a ejacular retrogradamente.

Ilustração de como encontrar e estimular o Ponto G


A imagem “http://www.mhhe.com/socscience/sex/common/ibank/ibank/0069.jpg” contém erros e não pode ser exibida.

Origem: Wikipédia



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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Sexualidade: Tamanho do Pênis - Maior ou menor prazer sexual? 80% dos pênis eretos situam-se entre 11 e 16 cm

A crença de que seu pênis é menor que os dos outros, abala a confiança masculina e diminui a sua auto-estima. Na maior parte dos casos a insatisfação não vem de uma queixa da parceira, mas sim do desejo do mesmo de possuir um pênis maior, seja por desconhecimento das dimensões normais, seja por comparações errôneas feitas com outros pênis, vistos em revistas e filmes eróticos, ou através de "vantagens" contadas por amigos. Certos pais induzem um trauma psicológico nos filhos na infância ao compararem os seus pênis com os de outros meninos da mesma idade.


Nos homens normais, geralmente, o pênis atinge seu tamanho definitivo aos 16 anos de idade e 80% dos pênis eretos situam-se entre 11 e 16 cm, sendo 14 cm a média comum. A circunferência do pênis ereto situa-se em média entre 06 e 15 cm. Diferenças raciais não estão bem definidas, mas existe uma aparente maior e menor média. Em flacidez, o tamanho médio do pênis do adulto varia de 06 a 09 cm. Esta avaliação tende à subjetividade, já que tanta ansiedade, frio, tônus muscular e outros fatores podem retrair e enrugar o pênis, diminuindo o seu tamanho.


A maioria dos homens insatisfeitos com as dimensões dos seus pênis enquadra-se nas seguintes condições:

1-pênis de tamanho normal, adequado para sua função;

2-pênis de tamanho normal, "escondido" parcialmente pelo aumento da gordura, comum nos obesos;

3-pênis de tamanho normal, em um homem alto com pênis proporcionalmente pequeno;

4-pênis de tamanho normal, parcialmente encoberto por uma implantação anormal da bolsa escrotal;

5- pênis de tamanho normal, em que uma porção excessiva de prepúcio foi retirada durante a circuncisão.
Portanto, a maioria dos casos pode ser resolvida com uma simples orientação ou com cirurgias simples. O aconselhamento psicológico tem papel relevante para melhorar a auto-estima e fazer com que o indivíduo aceite-se como é. A cirurgia de alongamento peniano com finalidade cosmética em pênis normais é considerada como experimental, reservada para casos selecionados e com realização permitida apenas em centros médicos de pesquisa, de acordo com normas estabelecidas pela Resoluções 196/96 do Conselho Nacional de Saúde e 1478/97 do Conselho Federal de Medicina. Porém, há chances de haver complicações por danos a estruturas adjacentes, levando à impotência, dessensibilização ou retrações cicatriciais que diminuirão ainda mais o tamanho do pênis, além de maus resultados estéticos. Após a cirurgia, o pênis perde sua angulação natural, quando ereto, em relação ao púbis, ou seja, mesmo quando ereto, aponta para baixo em vez de para cima. Quanto às técnicas cirúrgicas para o aumento da circunferência do pênis, vários autores têm tentado o implante de silicone líquido, gordura do próprio paciente e enxertos de derme. Na maioria dos casos os resultados são temporários e podem ocorrer complicações como inchaço, retrações e formações de nódulos, que deixam o pênis com aspecto estético pior que antes da cirurgia. Bombas de vácuo, exercícios, massagens e aparelhos "esticadores", são anunciados como soluções infalíveis e desprovidas de complicações. Na verdade, têm resultados confusos e não muito bem avaliados. Não tem a aceitação dos urologistas e os "milagres" a eles atribuídos não têm comprovação científica.
O tamanho do pênis em repouso não é relevante, a não ser para os exibicionistas ou os que nada de melhor têm para apresentar. É no estado ereto que o pênis exerce sua função. Se a maioria das vaginas tem uma profundidade entre 09 e 12 cm, para que serviria um pênis maior?
Portanto, a grande maioria dos pênis, adapta-se a quase todas as vaginas. Rara é a mulher cuja falta de prazer possa ser atribuída ao tamanho do pênis do parceiro. O prazer feminino independe do tamanho do pênis, mas sim de um conjunto de fatores que cerca o ato sexual: emoção, amor, clima erótico, desejo e apetite sexual, grau de excitação e "habilidade" do parceiro. O homem costuma ser obcecado pela penetração, enquanto que a mulher é mais centrada nas preliminares. Mulher não reclama de tamanho de pênis. Mulher reclama de infidelidade, de indiferença, de falta de carinho e atenção, do egoísmo e preocupação do parceiro em satisfazer a si próprio.
Dr. Celso Marzano
Urologista, Sexólogo e Terapeuta Sexual
Fonte: isexp.

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